“Women’s Rights are Human Rights”!

Por todo o mundo, são milhares as pessoas que compreendem e apoiam a ideia da igualdade de género. O movimento He for She “convida indivíduos à volta do mundo a unirem-se para criar uma força ousada e visível para a igualdade de género”.

Devem estar a perguntar-se: “Porque raio é que isto me interessa?”. Pois bem, como gostamos de vos manter sempre a par do que se passa no nosso país, no passado dia 9, o Palpite assistiu à conferência “Women’s Rights are Human Rights”que decorreu na universidade ISCTE-IUL.

Organizada por Carolina Pereira, responsável pelo movimento em Portugal, a 2ª edição desta conferência contou com um painel de oradores composto por colonistas, humoristas e jornalistas. O tema da reunião era: A Mulher nos Media.

Sabiam que há países onde as jornalistas são violadas por serem mulheres? Têm noção que a maioria dos cargos de gestão, na imprensa e no jornalismo digital, são ocupados por homens? Já repararam que numa notícia somos sempre “a mulher de…”? Porque é que somos sempre destacadas pelos traços físicos? Já para não falar nos casos em que somos ameaçadas e julgadas por termos uma opinião!

Desde sempre que o termo herói é atribuído a um homem que representa e transcende a condição humana, através de características inacessíveis ao homem comum. Aventureiro e motivado pelo desconhecido, põe a sua vida em risco e é recompensado, ficando sempre com a mulher dos seus sonhos. Atualmente,  representa-se o anti-herói que se afirma, neste estatuto, através da negação de tudo o que é heróico e nega as concepções clássicas, podendo mesmo ser o vilão da história.

Ora, como são representadas as mulheres enquanto heroínas? Ah esperem… não são. Quando tal acontece, representam-nas de forma masculinizada (por exemplo a Imperator Furiosa de Mad Max), ou através da exposição das suas características físicas, tal como acontece com a Wonder Women.

É assim que queremos ser vistas e representadas? Na opinião do Palpite, já provámos que somos tão ou mais capazes que os homens, que somos as verdadeiras heroínas.

O mundo encontra-se num ponto de viragem e a altura de agirmos é agora. Estes são os princípios defendidos pelo movimento He for She, que acredita que vozes poderosas podem mudar o mundo.

Texto: Madalena Santos

Multimédia: Luísa Peixoto

 

 

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